Vinhos
Sem nada a esconder: castas, lugares e maneiras de fazer vinho na região de Lisboa.
Uma região atlântica
O oceano está presente em cada copo: brancos frescos, tintos elegantes e vinhos que não existem em mais lado nenhum — do Ramisco de pé franco ao generoso de Carcavelos.
Nove denominações de origem e uma indicação geográfica, a uma hora da capital.
As castas
Seis famílias de vinho
Brancos
Frescura atlântica, do Arinto de Bucelas às malvasias do mar.
Tintos
Da elegância salina do Ramisco aos tintos de encosta.
Rosés
Leves e gastronómicos, feitos para a costa.
Espumantes
O clima fresco de Óbidos dá bolha fina e acidez precisa.
Generosos
Carcavelos, o vinho generoso quase perdido e recuperado.
Aguardente
Lourinhã, uma das três DOC de aguardente do mundo.

Do rótulo ao selo
DOC ou IG Lisboa no rótulo significa que o vinho foi provado, analisado e certificado. O selo de garantia numerado autentica cada garrafa.
Por detrás de cada garrafa certificada de Vinho de Lisboa, existe um rigoroso processo de controlo realizado pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa. O vinho é verificado quanto à sua origem, submetido a análises laboratoriais e avaliado por um painel de provadores especializados para confirmar que cumpre os requisitos de qualidade e tipicidade da região.
Após a aprovação, a rotulagem é validada e é atribuído um selo de garantia numerado, que permite rastrear e autenticar cada garrafa colocada no mercado.
Para o consumidor, este selo é uma garantia simples de confiança: confirma que o vinho é genuíno, tem origem certificada na Região de Lisboa e foi sujeito a controlos independentes antes de chegar à mesa.