Vinhos

Sem nada a esconder: castas, lugares e maneiras de fazer vinho na região de Lisboa.

Uma região atlântica

O oceano está presente em cada copo: brancos frescos, tintos elegantes e vinhos que não existem em mais lado nenhum — do Ramisco de pé franco ao generoso de Carcavelos.

Nove denominações de origem e uma indicação geográfica, a uma hora da capital.

As castas

Arinto A grande casta de Bucelas: acidez viva, cítricos, brancos que envelhecem décadas.
Fernão Pires Aromática e generosa, a casta branca mais plantada da região.
Malvasia de Colares Salinidade atlântica das vinhas de areia; só existe aqui.
Vital Fresca e discreta, base de muitos brancos do Oeste.
Jampal Rara e quase perdida, hoje recuperada em brancos de autor.
Castelão O tinto histórico do sul da região: fruto, especiaria e frescura.
Ramisco A casta de Colares, de pé franco na areia; tânica e longeva.
Touriga Nacional Estrutura e aroma, cada vez mais presente nos tintos de encosta.

Seis famílias de vinho

Brancos

Frescura atlântica, do Arinto de Bucelas às malvasias do mar.

Tintos

Da elegância salina do Ramisco aos tintos de encosta.

Rosés

Leves e gastronómicos, feitos para a costa.

Espumantes

O clima fresco de Óbidos dá bolha fina e acidez precisa.

Generosos

Carcavelos, o vinho generoso quase perdido e recuperado.

Aguardente

Lourinhã, uma das três DOC de aguardente do mundo.

Vinhos de Lisboa — logótipo

Do rótulo ao selo

DOC ou IG Lisboa no rótulo significa que o vinho foi provado, analisado e certificado. O selo de garantia numerado autentica cada garrafa.